sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Grande Domingueira com Os Pampeiros em São Paulo - SP

DOMINGUEIRA – ALMOÇO GAÚCHO – COSTELA FOGO DE CHÃO  - DIA 15/09/2013, em Comemoração à Semana Farroupilha


Endereço:  CASA DE NASSAU,  Av. Raimundo Pereira de Magalhães, nº 4.123,  próximo à Ponte do Piqueri – LAPA


ALMOÇO: das 12:30 às 14:30h. 

BAILE:  A partir das 14:30h com o Conjunto Musical OS PAMPEIROS
CONVITE INDIVIDUAL: R$ 40,00   (Estacionamento incluso). Venha prestigiar o autêntico churrasco gaúcho com seus familiares e amigos.  
Reserva de mesa(s):  (11) 97987-7069  ou  (11) 99223-1119 (Roque); (11) 99151-9942(Iaro);  (11) 982009575 (Valmir);  (11) 98174-0422 (Vitor); ou   ro.wag@terra.com.br (Roque). 
Fonte do chasque e da arte do CTG é o sítio do CTG: www.ctgbarbosalessa.org.br.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Os Pampeiros na 20ª Festa do Peão de Natividade da Serra - SP

Bueno! Nos festejos do 40º aniversário do município de Natividade da Serra - SP; nos festejos da Festa do Peão de Natividade, que vai acontecer nesta cidade, o conjunto musical gaúcho Os Pampeiros estarão se apresentando no dia 13 de agosto, terça-feira.

O município de Natividade da Serra fica distante 175 km da capital paulista e situa-se na mircroregião de Paraibuna / Paraitinga, nos contrafortes da Serra do Mar.
 
Fonte arte do evento! Prefeitura Municipal de Natividade da Serra. Abra as porteiras: .http://www.natividadedaserrasp.com.br/.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Dia 08 de agosto - fandango em Pindamonhangaba - SP

Bueno! Neste dia 08 de agosto, o conjunto musical Os Pampeiros, que leva na mala de garupa por todo o interior de São Paulo, a música regional gaúcha, estará retornando ao Mangueirão, na cidade de Pindamonhangaba.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O Rio Grande do Sul tem novas Prendas Estaduais


1ª Prenda do RS - TAYNARA HELLA MORAES OURIQUES - DT QUERÊNCIA DAS DORES
2ª Prenda do RS - MARIANA SANTOS SOARES - CTG SENTINELA DO RIO GRANDE
3ª Prenda do RS - KELLY PEREIRA DA ROCHA - DTG LENÇO COLORADO


1ª Prenda Juvenil do RS - PALOMA DRUM SCHACHT - CTG UNIDOS PELA TRAD.RIO-GRANDENSE
2ª Prenda Juvenil do RS - DJULY PEREIRA RUTZ - CTG RAUL SILVEIRA
3ª Prenda Juvenil do RS - LETIANE LABANDEIRA MUNHOZ - CTG SENTINELA DO FORTE


1ª Prenda Mirim do RS - ANNA MARIA SOCOL - CTG GAUDÉRIO SERRANO
2ª Prenda Mirim do RS - NATHÁLIA TODERO BOEIRA - CTG PIONEIROS DO LAÇO
3ª Prenda Mirim do RS - PRISCILA ARAÚJO FAGUNDES - CCTG LILA ALVES

Fonte! Buscamos este chasque no sítio do MTG / RS: http://mtg-rs.blogspot.com.br

Tradição ameaçada pelo plantio de grãos

lta no preço do produto é notável no comércio local



Quem gosta de tomar chimarrão deve ter percebido que o preço da erva-mate aumentou nos supermercados, mercearias e panificadoras. Artur Vicente Variente, gerente de loja da filial do supermercado Righi-Village, informou que nos últimos meses houve um aumento em torno de 20% no valor do quilo do pacote de erva. “As pessoas compram muita erva-mate para tomar chimarrão, em casa ou no trabalho. É um dos principais itens na prateleira, um vício que os gaúchos têm, e em decorrência desse costume diário, mesmo com o aumento no preço, não diminuiu a procura pelo produto”, disse.

Artur Vicente Variente, gerente de loja

Artur ressaltou uma série de fatores que possivelmente estejam por trás do reajuste, acima da inflação do período. Um deles é a redução de matéria prima nos dias que antecedem a chegada do inverno. Produtores que antes forneciam o produto para as ervateiras, hoje plantam soja, trigo, entre outros grãos, que rendem um lucro maior no fornecimento, deixando, assim, um déficit na produção de erva-mate.

Segundo o gerente, ainda existe um consumo muito grande do produto no mercado, que poderá ficar ainda mais caro. Embora tenha havido uma alta significativa no preço do quilo da erva-mate, as pessoas não deixam de apreciar um bom chimarrão, um costume que atravessa gerações. “Com a falta de matéria prima, as ervateiras estão suprindo a necessidade do mercado com as reservas que têm”, explicou, lembrando que essa reserva das indústrias não supre as necessidades da falta da erva-mate. “Os clientes reclamam do valor, mas não deixaram de comprar a erva-mate. Entretanto, os representantes das ervateiras dizem estar com dificuldade


para comprar o produto dos produtores que antes produziam e hoje produzem outras matérias primas, cujo rendimento é maior”, destacou Artur Vicente, salientando ainda que os produtores afirmaram que com os novos plantios, deverá normalizar a produção e, por consequência, o preço do produto nas prateleiras.


Roberto Braz, produtor de erva-mate nativa

De acordo com Roberto Braz, produtor de erva-mate nativa e Engenheiro Agrônomo, há realmente uma demanda muito maior do que a oferta do produto, e como acaba faltando no mercado, o aumento no preço é inevitável. A planta da erva-mate é de crescimento lento, o que implica também na redução de produtores – os que podem, optam por mudar de produção, uma vez que os que plantam na costa dos cerros não têm alternativa. A planta demora em média quatro anos entre o plantio e o momento da primeira colheita, segundo o produtor. “O produto mais procurado e valorizado no mercado é a erva-mate de ervais nativos, que origina uma erva de qualidade superior, já que o plantio dela é feito em meio à mata fechada, para não ficar exposta totalmente à luz solar”, esclareceu Roberto Braz.

A reportagem de A Plateia consultou também a farmacêutica Marilene Tambara, que falou sobre o assunto. “Não tenho hábito de tomar chimarrão, diferente da maioria dos santanenses e dos gaúchos, mas estou sabendo da elevação de preço e escassez do produto no mercado. Acredito que vários fatores devem ter sido responsáveis, como a mão de obra, pois a maioria das pessoas está fugindo do campo, o que diminui a oferta de folhas e eleva o custo. O frete também tem contribuído para o aumento de todas as mercadorias, porque se estabeleceu descanso a cada número de horas viajadas e isso eleva o custo do frete”. Ela ainda enfatizou que pode ser uma alternativa interessante e saudável, o uso de fitoterápicos a base de erva-mate, que se encontram em farmácias de manipulação, destacou a farmacêutica da Farmácia Valmaris. 


Benefícios da Erva Mate 


Marilene Tambara, farmacêutica da farmácia Valmaris

Marilene Tambara ainda falou um pouco a respeito dos benefícios que a erva mate traz ao organismo. “Pholia negra é o nome comercial fantasia do extrato concentrado da erva mate, uma planta comum no sul do Brasil, Paraguai e Uruguai e largamente consumida na forma de chimarrão”, esclareceu ela. Entre as substâncias ativas, presentes no extrato, encontramos a cafeína, o ácido cafêico, flavonóides, saponinas e ácidos clorogênicos. 

INDICAÇÃO PRINCIPAL 


Marilene fala que o produto pode causar diminuição da fome e aumento do gasto de energia.


“Provavelmente você conhece a planta da Pholia Negra. Ela atende pelo nome científico de Ilex paraguariensis e é ninguém menos que a conhecida erva-mate”, esclareceu a farmacêutica.


Marilene completou dizendo que a erva-mate é originária do Brasil e atualmente, sabe-se que contém várias substâncias bioativas. A planta contém alcalóides (cafeína, metilxantina, teofilina e teobromina), taninos (ácidos fólico e caféico), vitaminas (A, B1, B2, C e E), sais minerais (alumínio, cálcio, fósforo, ferro, magnésio, manganês e potássio), aminoácidos essenciais, glicídios, lipídios, além de celulose, dextrina, sacarina e gomas. Muitos especialistas são unânimes em afirmar que a erva-mate pode ser considerada um alimento quase completo, pois contém a maioria dos nutrientes necessários ao organismo, avaliou. “Os polifenóis e flavonóides constituem cerca de 30% da erva-mate e são responsáveis pelo gosto adstringente. Já os alcalóides cafeína, teofilina e teobromina são considerados os de maior interesse terapêutico”, frisou ela.


A farmacêutica disse que, de acordo com a literatura especializada, a erva-mate é considerada um estimulante que combate a fadiga, a sede e a fome, estimula a atividade física e mental, atuando de forma benéfica sobre os nervos e músculos. “A planta tem demonstrado, ainda, propriedades diuréticas e laxativas”, finalizou.


Glaci Brito Antunes, 53 anos

“A erva está muito cara, porém não dá para viver sem o chimarrão. E dependendo da marca, encareceu mais ainda. Tomo chimarrão duas vezes ao dia, e embora tenha acontecido esse acréscimo no preço, não diminui o consumo”. Glaci Brito Antunes, 53 anos.


Vera Regina Peres, 59 anos

“A gente tem um orçamento para o mês, quando acontece a alta repentina de um determinado produto, costumo substituir por outro, então passei a tomar meu chimarrão uma vez por dia, e de tarde tomo chá. Sei que a erva-mate faz bem para a saúde e por ser benéfica nesse sentido não quero deixar de comprar, mas a quantidade é bem menor para não fazer muita diferença no orçamento no fim do mês. Procuro comprar ervas que não contenham sódio ou muito sódio ao menos e que não tenham adição de açúcar. Acredito que tenham pessoas com renda econômica mais baixa que tiveram que deixar de apreciar seu chimarrão, por isso acho que o preço deveria se normalizar logo”. Vera Regina Peres, 59 anos.

Florentina Corrales Cunha, 69 aos

“Acho que subiu muito, não sei ao certo o motivo desse aumento no preço da erva-mate, mas acho que deve ser em decorrência das chuvas. Eu diminuí bastante o consumo, porém não troquei a marca da erva, continuo levando a mesma, embora esteja um pouco mais cara. A gente se acostuma com uma determinada marca”. Florentina Corrales Cunha, 69 anos.

Graciela Moura, 49 anos

“Eu acho que subiu muito repentinamente o preço da erva-mate, e a gente não sabe bem o motivo pelo qual aconteceu essa alta. Senti bastante no bolso, porém não deixei de tomar meu chimarrão, pois é uma tradição”. Gracila Moura, 49 anos.

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Ações:
•Combate os radicais livres;

•Inibe a formação de produtos da glicosilação (AGEs) responsáveis pela doença vascular dos diabéticos;

•Diminui o tempo de esvaziamento gástrico, fato que produz sensação de saciedade;

•Diminui a formação de gordura;

•Estimula a termogênese com consumo de gordura;

•Estimula a sensibilidade dos receptores de leptina, promovendo a sua diminuição na circulação;

•Estimula o sistema nervoso central;


Fonte! Chasque com os retratos, publicado no sítio eletrônico do jornal A Platéia, dos pagos de Santana do Livramento. Abra as porteiras clicando em http://jornalaplateia.com/aplateia/?p=78068.

Andar a Cavalo? Está complicado!

Está em vigor desde o ultimo dia 1º de maio a lei 3.467/2010 que foi regulamentada pelo decreto 50.072/2013, penalizando os proprietários de animais que estiverem em trânsito sem portarem a Guia de Transito Animal (GTA). Pela nova regra todo animal, exceto cães e gatos, precisam estar acompanhados da guia que só é emitida após exames que comprovem a saúde do animal e de que a fazenda residente é livre de infecções. 

O supervisor regional da Secretaria estadual da Agricultura, Henrique Bueno, explica que a guia tem validade de três dias, sendo que é emitida gratuitamente na Inspetoria Veterinária, onde os animais são registrados. Conforme Bueno todo os animais em trânsito estão sujeitos á Lei, até mesmo o tradicional cavalo que circula encilhado em apresentações. 

Quem não cumprir as regras será multado pelos agentes fiscalizadores. A regra desagradou tradicionalistas e proprietários de animais, que passeiam com os animais durante os finais de semana e participam de eventos. O Sr. José Almeida, membro do grupo Cavaleiros do Planalto Médio, se manifestou indignado com a Lei. 

Para ele o fato é um absurdo já que a guia tem um período de duração de apenas três dias e seria muito trabalhoso para apenas andar à cavalo nos finais de semana. Para os ouvintes da Uirapuru, com tantas prioridades para ser fiscalizada, essa Lei é um exagero e chega a ser ridícula.
Fonte: Site Rádio Uirapuru
Colaboração: Hilton Araldi
Gravura: Vasco Machado
 
Buscamos este chasque no sítio do amigo Léo Ribeiro de Souza. Abra as porteiras: http://blogdoleoribeiro.blogspot.com.br/2013/05/andar-de-cavalo-esta-complicado.html

Mapeamento vai tornar os CTGs mais seguros no RS

CTG Amaranto Pereira. Crédito: Valdemar Engroff
Preocupados com os fogos de chão e as churrasqueiras e com a estrutura de madeira dos centros de tradições gaúchas (CTGs), o Ministério Público, o Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), a Defesa Civil, as prefeituras e o Corpo de Bombeiros estão em ação pelo interior do Rio Grande do Sul. O objetivo é mapear e adequar as casas e o tradicionalismo aos projetos de prevenção contra incêndio. Em Santa Cruz, 16 entidades filiadas à Associação Tradicionalista Santa-Cruzense (ATS) participarão do processo.


Segundo o presidente da ATS, Juarez Rodrigues da Silva, a segurança é prioridade. Por isso, a entidade está empenhada em auxiliar todos os CTGs que ainda precisam se readequar às normas. “Depois da tragédia na Boate Kiss todo cuidado é pouco”, frisa. O presidente também afirma que todas as adequações necessárias serão feitas.

Na região, a fiscalização cabe à 5ª Região Tradicionalista. Na próxima quarta-feira, no CTG Lanceiros da Amizade, ocorre uma reunião com todas as entidades da 5ª RT, para debate sobre o mapeamento dos centros tradicionalistas e as condições das estruturas físicas das instituições. 


Os CTGs do município, porém, já foram vistoriados durante a força-tarefa formada por secretarias municipais, Procuradoria Geral do Município, Ministério Público, Corpo de Bombeiros, Brigada Militar, Polícia Federal, Polícia Civil e Balcão do Consumidor. Em relatório divulgado no início de abril pela Secretaria Municipal de Segurança, Cidadania, Relações Comunitárias e Esporte, quatro seguiam com irregularidades. 


Segundo a primeiro capataz do CTG Lanceiros da Amizade – que não chegou a ser interditado pela força-tarefa –, Leila Figueiredo, a maioria das entidades do município é de alvenaria, já visando reduzir os riscos de incêndio. Já fogo de chão, outra preocupação do Corpo de Bombeiros, é pouco usado em Santa Cruz. De acordo com o promotor de Justiça César Faccioli, após o mapeamento e a realização das plantas o Banrisul abrirá linhas de crédito para a realização das obras nos CTGs. Em todo o Estado, essas entidades somam mais de 1,6 mil.


LUÍSA ZIEMANN - luisa@gazetadosul.com.br

Fonte: Portal Gaz

Buscamos este chasque no sítio da Pithan Pilchas. Abra as porteiras: http://pithanpilchas.blogspot.com.br/2013/05/ctgs-mais-seguros.html.