terça-feira, 6 de novembro de 2012

Os PAMPEIROS no CTG Saudades da Querência - S. José dos Campos/SP

Bueno! A patronagem do CTG Saudades da Querência boleia a perna e convida a gauchada oriunda do Rio Grande e aos gaúchos de alma e coração, para participar no dia 10 de novembro, do grande Fandango Farroupilha com jantar campeiro, que terá no cardápio o tradicional churrasco gaúcho, saladas diversas, arroz de carreteiro e feijão gordo.

Gauchada amiga! Aproveite pois este será o último fandango do CTG Saudades da Querência no ano de 2012.

Será exigido traje Pilcha Gaúcha ou esporte (excluídos bermudas, chinelos, regata e minissaia).



A animação será por conta do tradicional grupo musical gaúcho Os Pampeiros.

Ingressos a R$ 15,00 para associados do CTG em dia e R$ 25,00 antecipado para não associados e R$ 30,00 na portaria no dia do evento. Convites antecipados com as prendas:

- Fátima - (12) 3302-3335 - Bosque;

- Geneci - (12) 3941-2044, (12) 8119-8515 e (12) 8121-2223, S. Dimas;

- Thais - (12)3917-1460, Loja Claudionor Portas e Janelas, Av. Andrômeda 3132, Bosque.

O CTG fica na Estrada Bezerra de Menezes, número 150. O acesso é pela Rodovia dos Tamoios, quilômetro 5, no trevo para o bairro Torrão de Ouro II, na cidade de São José dos Campos - SP.

Aproveite e visite o sítio do CTG. Abra as porteiras clicando em www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br.

E para contratar OS PAMPEIROS: ligar para os diretores do Conjunto -  ALZENEIDE ou EDU VICENTE, pelos fones:
- (012) 9116-2100;
- (012) 9739-2557;
- (012) 9736-2473;
- (012) 3941-8727;
- (012) 3931-7942.
- Chasque Eletrônico (e-mail e MSN):
alzeneidebenck@hotmail.com.

domingo, 4 de novembro de 2012

ELTON SALDANHA EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - SP


Dono de um estilo ímpar na cultura e tradição sulista, o cantor Elton Saldanha, apresentou –se no CTG Saudades da Querência em São José do Campos –SP, no dia 20 de outubro, promovendo a integração da gauchada que mora longe dos pagos. Elton que é também, compositor, poeta, apresentador e jornalista, tem talento de sobra! Carismático, cantou e encantou a todos por mais de três horas com seus antigos e novos sucessos nos animados ritmos.

O baile teve a abertura do conjunto musical Os Pampeiros, e os registros fotográficos ficaram por conta do mago das lentes , Fernando Weikamp. Confiram!

Anna Dennz, Preto e Elton Saldanha

Daniel e Karina Rotband

Maria Eduarda Stefanescu sua mae e amigos

Cristiano Borges e Jessica Dennz
Dra. Claudia Bustamante Godoy e Dr. Alcides Jose de Oliveira Santos

Elton Saldanha e Patronagem CTG Saudades da Querência

Benny Lima e Irmã

Jonathan e Joao Vitor e Ricelli Mansur

O Patrão Adriano Rasteiro e sua prenda Vera
Raquel Wandel e Carmem Machado

Nando Weikamp e Elton Saldanha

Jovens do CTG SP

Prendas Anna, Raquel, Karina, Jessica e Claudia

Katerine entre amigos
Muita animação

Ricardo, Luiza, Cristiano e Ariane

Elton Saldanha e Anna Dennz
Fonte! Chasque publicado no sítio Batelli - Unique Style. Abra as porteiras clicando em http://www.cirobatelli.com.br/entretenimento/festas-e-eventos/7/elton-saldanha-em-sao-jose-dos-campos-7611.

Nós queremos agradecer à Anna Dennz, de São José dos Campos / SP, que nos redidericionou o chasque acima. Muito Obrigado.

Bueno! A Anna nos mandou mais retratos (por chasque eletrônico > e-mail) do evento, como segue:
A Abertura deste baita fandango foi feita pelo Grupo que se confunde com
a história do próprio CTG Saudades da Querência: OS PAMPEIROS
Ricardo Porto presente neste evento do CTG Saudades da Querência

Trio Novos Gaúchos prestigiando o fandango

Mais recente trabalho

 
Postagem de Valdemar Engroff - o gaúcho taura, fã número 1 dos Pampeiros, no Rio Grande do Sul e grande admirador do trabalho do Elton Saldanha.

domingo, 14 de outubro de 2012

Elton Saldanha e Os Pampeiros no CTG Saudades da Querência - S. José dos Campos/SP

Elton Saldanha

Bueno! Após 10 anos ele está de volta a São José dos Campos! 

Dia 20 de outubro, o CTG Saudades da Querência terá a honra de receber Elton Saldanha, cantor e compositor de grandes sucessos da música nativista, como: 
“Castelhana”, 
“Eu sou do sul”, 
“Entrando no M'Bororé”, 
“Bailanta do Tio Flor”, 
“A primeira vez”, 
“Pé na estrada”, 
"O sul é o meu país”, 
“Todo mundo veio pro rodeio”, 
“Ronda de tropa” entre outros. 

Os convites serão limitados e vendidos antecipadamente a preço especial!
  • Horário: das 21 às 2 horas.
  • Show com Elton Saldanha e banda.
  • Abertura e sonorização: Os Pampeiros.
  • Incluso jantar das 21h às 23h, cardápio: churrasco, saladas, arroz de carreteiro, feijão gordo.
  • Traje: Pilcha Gaúcha ou Esporte (exclui bermudas, chinelos, regata, minissaia).
  • Local: Sede do CTG, acesso pela Rodovia dos Tamoios, km 5.
  • Valores: até o dia 17/10 R$ 40,00; bilheteria R$ 50,00. Sócios em dia, até 17/10 R$ 25,00. Convites antecipados com as prendas Fátima - (12) 3302-3335 (Bosque); Geneci (12) 3941-2044, (12) 8119-8515 e (12) 8121-2223 (S. Dimas) e Thais (12) 3917-1460 (Loja Claudionor Portas e Janelas, Av. Andrômeda 3132, Bosque).
Fonte! Chasque com o retrato do Elton Saldanha, publicado no sítio do CTG Saudades da Querência. Abra as porteiras clicando em http://www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br/. Retrato dos Pampeiros - arquivo pessoal do grupo.

E não percam: no dia 10 de novembro, OS PAMPEIROS num grande fandango aqui mesmo, no galpão do CTG Saudades da Querência, em São José dos Campos - SP.Sa

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Almoço com Domingueira Farroupilha no CTG Barbosa Lessa - São Paulo / SP


Programe-se para participar das Comemorações à SEMANA FARROUPILHA, com almoço típico gaúcho (domingueira), com Costela de Vala.

Animação Grupo gauchesco “Os Pampeiros”.

Convide seus amigos e familiares, compre seus ingressos e reserve sua mesa!!


O CTG “Barbosa Lessa” promove ALMOÇO DANÇANTE GAÚCHO, na Casa de Nassau, no dia 16 de setembro de 2012. O almoço será servido das 12:00h às 14:30h e o Fandango (Baile) terá início às 14:30h.

Teremos MÚSICA AO VIVO com o grupo musical OS PAMPEIROS.

Endereço: Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 4.123 (Próximo à Ponte do Piqueri – Marginal Tietê).

CARDÁPIO: Churrasco Costela na Vala, Suíno, Frango e Linguiça; Arroz Branco e à Carreteiro; Farofa; Feijão Tropeiro e Saladas Diversas.

VALOR: R$ 35,00 (inclui ingresso, mesa e ALMOÇO). Estacionamento cortesia.

Traje Típico Gaúcho ou Esporte Social.

Reserva / Contato: 3641-0056 e 7987-7069 (Roque), 9882-8129 (Fighera), 9151-9942 (Iaro) ou 8200-9575 (Valmir) www.ctgbarbosalessa.org.br - INGRESSOS TAMBÉM NO LOCAL

Fonte! Sítio do CTG Barbosa Lessa. Abra as porteiras: www.ctgbarbosalessa.org.br.

Grande Fandango Farroupilha com OS PAMPEIROS em São José dos Campos / SP


Bueno! A patronagem do CTG Saudades da Querência boleia a perna e convida a gauchada oriunda do Rio Grande e aos gaúchos de alma e coração, para participar no dia 15 de setembro, do grande Fandango Farroupilha com jantar campeiro, que terá no cardápio o tradicional churrasco gaúcho, saladas diversas, arroz de carreteiro e feijão gordo.

Será exigido traje Pilcha Gaúcha ou esporte (excluídos bermudas, chinelos, regata e minissaia).



A animação será por conta do tradicional grupo musical gaúcho Os Pampeiros.

Ingressos a R$ 15,00 para associados do CTG em dia e R$ 25,00 antecipado para não associados e R$ 30,00 na portaria no dia do evento. Convites antecipados com as prendas:

- Fátima - (12) 3302-3335 - Bosque;

- Geneci - (12) 3941-2044, (12) 8119-8515 e (12) 8121-2223, S. Dimas;

- Thais - (12)3917-1460, Loja Claudionor Portas e Janelas, Av. Andrômeda 3132, Bosque.

O CTG fica na Estrada Bezerra de Menezes, número 150. O acesso é pela Rodovia dos Tamoios, quilômetro 5, no trevo para o bairro Torrão de Ouro II, na cidade de São José dos Campos - SP.

Aproveite e visite o sítio do CTG. Abra as porteiras clicando em www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br.

E para contratar OS PAMPEIROS: ligar para os diretores do Conjunto -  ALZENEIDE ou EDU VICENTE, pelos fones:
- (012) 9116-2100;
- (012) 9739-2557;
- (012) 9736-2473;
- (012) 3941-8727;
- (012) 3931-7942.
- Chasque Eletrônico (e-mail e MSN):
alzeneidebenck@hotmail.com.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Os Pampeiros no CTG Saudades da Querência dia 14 de julho

Bueno! Clicar no chasque para ampliar....

Arte! Valmir Gomes, dos pagos do Rio de Janeiro. Abra as porteiras do seu sítio clicando em www.ocariucho.com.br.

domingo, 17 de junho de 2012

Os Pampeiros no CTG Saudades da Querência - SP


Bueno! A história dos Pampeiros praticamente se confunde com a história do CTG Saudades da Querência - ambos de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, em São Paulo.

E o gauchismo vai fazer o galpão do CTG vibrar já neste dia 14 de julho, depois em setembro e em novembro, com os fandangos agendados e que serão animados pelos Pampeiros.

Venha participar os eventos junto com os Pampeiros no CTG Saudades da Querência, que fica na Estrada Bezerra de Menezes, número 150. O acesso é pela Rodovia dos Tamoios, quilômetro 5, no trevo para o bairro Torrão de Ouro II, na cidade de São José dos Campos - SP.

Contados com as prendas Fátima (12) 3302-3335, Bosque); Geneci (12) 3941-2044 ou (12), 8119-8515, S. Dimas; e Thais (12) 3917-1460, Loja Claudionor Portas e Janelas, Av. Andrômeda 3132, Bosque).

Ou com os diretores do Conjunto ALZENEIDE ou EDU VICENTE, pelos fones:
- (012) 9116-2100;
- (012) 9739-2557;
- (012) 9736-2473;
- (012) 3941-8727;
- (012) 3931-7942.
- Chasque Eletrônico (e-mail e MSN):
alzeneidebenck@hotmail.com.



Grande Baile Gaúcha na Fazenda Aurora - Caçapava - SP

Bueno! Para os gaúchos desgarrados em São Paulo e aos demais que gostam de um baile bem gaúcho, não percam no dia 30 de junho, grande baile com Os Pampeiros, na Fazenda Aurora, na Vila Menino Jesus, na cidade de Caçapava - SP.

Informações com os diretores do conjunto:  Alzeneide e/ou Edu Vicente pelos fones (12) 9116-2100; (12) 9739-2557 ou pelo chasque eletrônico (email) alzeneidebenck@hotmail.com.

domingo, 3 de junho de 2012

Vanerão do Boca Braba

Crédito: arte de luiz octávio sobre foto de daniel badra
Tenho alma bolicheira porque fui parido sobre um balcão enquanto a cordeona roncava num vanerão bem crinudo. Era um sábado de festa lá no Cerrito e quando abri a boca não chorei. Tinha vindo antes do tempo. Dizem que dei um berro como touro recém-pelejando a guampa, abrindo rodeio e que a indiada toda se alvoroçou. Por isso, o velho Lara, gaiteiro dos mais campeiros, apertou o fole e sapecou uma vanera e dedicou a mim, que nascia, sua marca mais conhecida, o Vanerão do Boca Braba.

Cortaram meu umbigo com a tesoura da velha Hilda, costureira de mão cheia que fazia todas as bombachas da gauchada ali da Vila dos Eucaliptos, do Rincão dos Melos, dos Bastos, da Igrejinha. Minha mãe seguiu os ciganos, ficou de voltar, mas nunca voltou, e fui criado pela minha tia, bolicheira também, curandeira de quebranto, rezadora e até parteira nas horas de precisão. Tia Jurema, que Deus a tenha no céu. Ela queria fazer às vezes de minha mãe, mas eu não aceitei. De mal-educado que sempre fui. Então, um dia me larguei campo a fora, levando tudo por diante. Lembro que levei apenas o gateado, minha gaitinha de oito baixos e uma fotografia amarelada da mãe. Sempre fui pachola, alegre, despachado, não me importava de andar sozinho no mundo.

Fui ganhando a vida, tocando gaita, violão e fazendo a alegria da tigrada daquelas paragens. Lascava todo dia novas milongas, vanerões e xotes. Quando estourava a peleia, puxava minha adaga e saía terçando o ferro como se nada fosse comigo, brigava rindo e cantando, não tinha medo do perigo. Como tinha nascido quase morto, o que viesse era lucro, por isso não me importava com nada. Mas era alegre, isso era. Sempre fui. Ria e assobiava enquanto brigava e isso irritava os adversários. Um homem brabo é um homem sem razão. Por isso, aconselho, nunca se irrite, a alegria é que dá paz e serenidade. Um homem feliz sempre vence.

Assim vivi, bolicheando, jogando carta, atirando a tava, correndo carreira, dançando até as minhas alpargatas ficarem barbudas nos terreiros beira de estrada da Vila Rica, de Tupã, da Cruz Alta, da Palmeira, da Fronteira, pelos pagos da Serra, até nas areias quentes do Litoral. Quando eu chegava, todos já abriam o sorriso largo, pois sabiam que não havia nascido para culatrear tropa, pegar no arado, erguer ranchos, tosar ovelhas e semear o trigo. Vim ao mundo e dele me despedi como o anguera, o dançarino que nunca morre porque ele é a festa, o fandango, o bailongo, a alegria de viver. A representação da vida, o generoso, aquele que foi ungido pelos óleos dos santos padres jesuítas e, por isso, veio ao mundo, para renascer no coração dos homens tristes...

(Para todos os gaiteiros e artistas populares do Rio Grande)

Fonte! Chasque publicado na Coluna Camperiada, por Paulo Mendes | pmendes@correiodopovo.com.br, no Caderno Correio Rural, do Correio do Povo de Porto Alegre, na edição do dia 03 de junho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://www.correiodopovo.com.br/Impresso/?Ano=117&Numero=247&Caderno=11&Noticia=429364

Nilza Lessa é Patrona dos Festejos Farroupilhas do RS

Quase completando 80 anos, natural de Santana do Livramento, onde nasceu em 1932, Nilza Lessa, viúva do saudoso Barbosa Lessa, mais uma vez vai fazer história. Nilza será a 1ª mulher homenageada com o título de Patrona dos Festejos Farroupilhas do Rio Grande do Sul. A proposta foi colocada na reunião do dia 16 de maio, da Comissão Estadual dos festejos Farroupilhas e aprovada por unanimidade.
Nilza conheceu Barbosa Lessa no 3º Congresso Tradicionalista Gaúcho, na cidade de Ijuí, em 1956, quando foi designada, juntamente com outras duas professoras, para acompanhar o Congresso. Naquela época acontecia o baile do evento e eles, depois de se conhecerem, marcaram o encontro para a noite festiva. As moças ficavam hospedadas em casas de familias, como era de costume nos Congressos pelo interior: "O Henrique Cesar, primo do Lessa, que era de Pelotas, tirou a Maria Inês pra dançar mas precisava de mais uma moça, pois era o Chote de duas damas. Depois ficamos na mesa conversando" - recorda Nilza.

Naquele ano de 1956 ficou a promessa de casamento para dali há 4 anos, pois também seria bisexto. Lessa foi para São Paulo e Nilza para Uruguaiana. Os anos se passaram e, a comunicação era precária, mas em novembro de 1959 eles noivavam e, em 1960, conforme a promessa, casaram. Passaram a lua-se-de-mel no Rio de Janeiro e rumaram para trabalhar em São Paulo, onde trabalharam em produção de televisão.
Nilza foi professora, produtora de TV, de Festas e eventos, Gerente da Churrascaria do 35 CTG e teve uma loja de artigos gauchescos nos abrigos da praça XV para atender os turistas que vinham à capital. Hoje Nilza mora em Porto Alegre, num apartamento com uma linda vista para o Guaiba e o pôr-do-sol. Sua casa é repleta de costuras, bichinhos, quadros, colchas em patchwok (retalhos), e a arte que sempre acompanhou a sua vida.

Fonte! Chasque publicado no Sítio do MTG(RS) no dia 03 de junho de 2012. Abra as porteiras clicando em http://mtg-rs.blogspot.com.br/2012/06/nilza-lessa-e-patrona-dos-festejos.html

terça-feira, 29 de maio de 2012

PARABÉNS GAITEIRO EDU VICENTE!

Bueno! O Conjunto Musical Os PAMPEIROS tem um integrante gaúcho lá da Coolmeia do Trabalho, a famosa cidade de Ijuí, no Estado do Rio Grande do Sul. Um gaiteiro dos mais baguais, radicado, ganhando a vida e fazendo tradicionalismo em São José dos Campos e em todo o Vale do Paraíba, no interior de São Paulo, através da boa música fandangueira gaúcha. 

Referimo-nos ao diretor e grande gaiteiro dos Pampeiros - o EDU VICENTE, que estava de aniversário no último dia 24 de maio.

Através deste chasque, a Família PAMPEIROS (esposa, diretora e integrante do conjunto ALZENEIDE e demais integrantes de palco e retaguarda), te parabenizam e te desejam tudo de bom. O mesmo te desejam TODOS OS FÃS E AMIGOS espalhados por todo o Estado de São Paulo, por toda a Região Sudeste e por todo o Brasil! ! !

PARABÉNS! SAÚDE! FELICIDADES

quarta-feira, 2 de maio de 2012

5ª ValeTchê chega a São José dos Campos / SP

O Rio Grande do Sul subiu a Serra e desembarca em São José dos Campos hoje, dia 27, para a realização da 5ª ValeTchê, a maior e mais importante feira da tradição da cultura gaúcha do Vale. Cerca de 20 mil pessoas são esperadas para o evento que se estende até o dia 6 de maio no Interative Hall.

Com o objetivo de expor o artesanato, as danças tradicionais, o vestuário e a culinária rio grandense, a ValeTchê traz diversos produtos da Serra Gaúcha, como vinhos, calçados, móveis e malhas, além das atrações culturais, com apresentações de dança típica do Grupo Ivi de Marae e um concurso para quem tomar o chopp de tulipa de um metro mais rápido.

Segundo Sérgio Silva, um dos organizadores do evento, todos os dias haverá competição gratuita para quem beber o chopp mais rápido. As inscrições podem ser feitas durante a Feira e os participantes irão concorrer a diversos prêmios cedidos pelos expositores.

“Para os apreciadores da culinária gaúcha, o churrasco estará presente nas mais diversas formas de preparo e de sabores. A costela assada no fogo de chão e o arroz carreteiro são convites irresistíveis para os visitantes, tudo isso acompanhado de um bom vinho”, conta Sérgio.

Presente em todas as edições, os deliciosos chocolates de Gramado também poderão ser saboreados nas versões barra, buquê e raminho, além de bombons dos mais diversos tipos: recheados com amêndoas, castanhas, nozes e passas, produzidos artesanalmente.

Serão mais de 50 estandes com os mais variados produtos que vão desde o chocolate de Gramado até salames e queijos produzidos artesanalmente na Serra Gaúcha. Com isso o visitante terá várias opções para compras com um diferencial: preço mais acessível.

“É uma excelente oportunidade para quem deseja comprar roupas de frio feitas por quem entende de baixas temperaturas. A ValeTchê é um grande momento cultural entre dois Estados: São Paulo e Rio Grande do Sul”, finaliza Sérgio.

Curso de Churrasco

No último final de semana da ValeTchê será realizado o curso de churrasco, ministrado pelo Chef Peninha, renomado especialista em carnes. Os interessados irão aprender a preparar um verdadeiro churrasco gaúcho. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local.

A ValeTchê acontecerá entre os dias 27 de abril e 5 de maio, das 15h às 23h de segunda a sexta-feira e a partir das 12h aos sábados e domingos. O Interative Hall fica na rua Corifeu de Azevedo Marques, Jardim das Indústrias – São José dos Campos. Entrada: R$ 5. Crianças até 12 anos e idosos acima de 60 anos não pagam entrada.

Informações do Portal Diário de Taubaté
Fonte! Chasque publicado no Sítio do Gaúcho Taura. Abra as porteiras clicando em http://sitiodogauchotaura.blogspot.com.br/2012/05/5-valetche-chega-sao-jose-dos-campos-sp.html.  

Regionalismo por Dorotéo FAgundes

Dia 22 de Abril, foi o Dia do Descobrimento do Brasil, que fez nossos nativos serem chamados de índios, pois os portugueses diziam que estavam indo parar as índias e deram os costados aqui, onde Cristóvão Colombo já tinha batido remo, e Cabral viera no rastro descobrindo as terras brasilians, se imortalizando na história mundial.

Aqui chegado os portugueses, que foram amavelmente recebidos pelos nativos, onde hoje é Cabrália, Bahia, lugar que está plantada a cruz da primeira missa em solo brasileiro, logo vieram mais padres jesuítas no caminho de Anchieta, que catequisaram os nativos.

Segundo o historiador - Basilisco Leite, a ideia das reduções que resultou na Nação Guarani, teve seu início 1609, por sugestão de Hermandarias, governador de Buenos Aires, grande conhecedor da região, já que os chamados índios não se domesticavam pela força, foi unanime a solução de que somente pela submissão religiosa esses passariam a conceber uma nova cultura.

Assim mais de trinta aldeamentos foram erguidos, que destaco dezenove a começar por SAN IGNÁCIO, SAN IGNÁCIO MINI e LORETO – em 1611; CONCEPCION em 1619; CORPUS CRISTY em 1622; SANTA MARIA E SANTA MARIA MAIOR e SÃO NICOLAU em 1626; CANDELÁRIA em 1627; SAN JAVIER em 1629; SÃO MIGUEL em 1632; APOSTOLOS e SAN JOSE em 1633; MÁRTIRES em 1639; SÃO FRANCISCO DE BORJA em 1682; SÃO LUIZ GONZAGA em 1687; SÃO JOÃO BATISTA em 1697; SÃO LOURENÇO em 1690 e SANTO ÂNGELO CUSTÓDIO em 1707.

Todos esses sonhos sepultados pelas coroas de Portugal e Espanha, no famigerado Tratado de Madri de 1750 que promoveu a guerra guaranítica e a utopia da humanidade do cone sul americano, declarado por Voltaire, que foram as nossas missões jesuíticas nos sete povos, virou ruína, tanto que nem os sinos mais tocaram para anunciar vida e morte.

Além das ruínas, marcos indeléveis da verdade jesuítica, no dia 21 de Abril, no Dia de Tiradentes, patrono cívico da nação brasileira, fundou-se em São Borja – onde estive, o marco da Cruz Missioneira no porto que outrora fez circular a riqueza guaranítica no mundo, nos lúcidos atos da primeira semana missioneira de São Borja, promovida pela Câmara de Vereadores, que veio resgatar toda essa memória cultural que nos encanta e aos que ainda escutam o som do grito, do destemido cacique Sepé Tiaraju, garantindo que esta terra tem dono!

Para pensar: Um ideal não morre mesmo quando matam seu criador.

ATENÇÃO > Adquira nossa AGENDA GAÚCHA 2012 / peça também o CD - DOROTÉO FAGUNDES - 25 ANOS DE GAUCHISMO – Vol. 1, a venda na CAMPESINA – Feira Permanente de Produtos Regionais Gaúchos / fone 51-3212.2731 – ou por e-mail tarca@tarca.com.br.
Até a próxima edição; domingo prosearemos, das 6 às 9 horas da manhã, no Programa Galpão do Nativismo da RÁDIO GAÚCHA - AM; e no Programa Gauchesco & Brasileiro em mais 60 emissoras de rádio na Região Sul do Brasil. Apoio: PLANALTO – Transportando Cultura


Obs. Esta matéria também está na internet nas páginas:

 http://www.tarca.com.br/;
http://www.buenas.com.br/;
http://www.cybergalpao.com.br/;
http://www.chasquepampeano.com.br/

http://www.jornalabcreporter.com.br/
 www.ctgraizesdosul.com.br/chasquito;
http://www.ocariucho.com.br/;
http://www.conjuntomusicalospampeiros.blogspot.com/;   http://www.sitiodogauchotaura.blogspot.com/

 
CONTATE conosco > fones (51) 3499.2439 / 3499.2473 - Endereço: Rua Dona Martha, 424 CEP: 92.990-000 / Eldorado do Sul / RS - BR / E-mail > tarca@tarca.com.br; http://www.tarca.com.br/.

Fonte! Coluna Regionalismo nº 498, por Dorotéo Fagundes de Abreu, do dia 24 de abril de 2012

quarta-feira, 18 de abril de 2012

PARABÉNS ALZENEIDE BENCK

Prenda gaúcha, nascida e criada nos Pagos de Bagé (RS), desbrava há mais de 25 anos, junto com o Esposo EDU, gaiteiro, tocando fandangos gaúchos pelos galpões de CTGs do Sudeste brasileiro e nas casas noturnas, com as suas Noites Gaúchas.

Esta é ALZENEIDE DAS GRAÇAS BENCK, diretora e componente do Conjunto Musical Os PAMPEIROS, de São José dos Campos (SP), desde a sua fundação, em 1986.

Alzeneide nasceu num dia 18 DE ABRIL. Portanto, está colhendo mais uma rosa no jardim da sua existência. E em nome dos componentes do conjunto, do esposo, do filho, do neto e dos milhares de fãs, desejamos-lhe MUITAS FELICIDADES e fique com DEUS.

Pelo Dia do Solo

Quero contar algo que me impressiona desde os tempos de guri. Refiro-me da falta de cuidado que o ser humano sempre teve e infelizmente ainda tem, com o solo, que é a em última análise a terra, o planeta.
Vejam o solo que nos dá a vida, pois é dele que vêm todos os alimentos, direta ou indiretamente, vêm às verduras, as frutas, os cereais. As carnes vermelhas – por certo não vem de onde?  Sabemos que do solo porque os animais que nos dão proteínas dependem dele, do verde, dos grãos, são frutos da terra, igual a nós, pois somos resultantes do que comemos.

Apesar de tudo isso, todos os dias vimos a repetir-se aqui em vários lugares do globo uma prática criminosa nos campos, a coivara, a segunda parte da queima de milhares e milhares de hectares para depois meterem arado, grade e plantadeiras.

Tem uns que não queimam mais, porque a legislação da minguada fiscalização poderá lhes multar, então metem a capina química, veneno que varre como o fogo, tudo que tem no solo, em sua superfície e no subsolo.

Os mais de cinco mil municípios do Brasil, que mantém suas cidades, redutos urbanos, todos estão impermeabilizados pelo cimento e pelo asfalto, sem contar os milhares de quilômetros das estradas, que mesmo na sua maioria precárias, escondem a terra. Mas não paramos por ai, temos os lixões dessas urbanidades que vão atulhar mais outros milhares de hectares no meio rural. E pasmemos, pois todo esse conjunto de atividades que liquida o solo é realizado em nome do progresso, pela civilidade.

Vejo que estamos num brete sem saída, pior, porque todos concordamos que as atitudes desastrosas contra o nosso solo foram necessárias. Daí amigos convido a todos para que junto pensemos de como podemos fazer para estancar os maus tratos com a terra, com o solo a partir de Abril, em homenagem ao dia 15 – O Dia do Solo.

A GAIA é um ser vivo que estamos sufocando a cada geração, não tarda que de algum lado deverá estourar essa panela de preção que imprimimos nela sem nos darmos conta que sem ela não viveremos e nem nossos descendentes, caso não pararmos já de judiá-la além dos desastres ecológicos, com papel, toco de cigarro, latinha, caninho, ferrinho, borrachinha, tampinha, que diariamente, minuto a minuto, jogamos no chão desordenadamente.

Para pensar > Só uma coisa muda outra coisa, uma atitude, então mudemos a nossa em relação ao solo e passemos a cuidá-lo agora, deste instante para sempre, para que amanhã não choremos debruçados nos arados.

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Fonte! Coluna Regionalismo nº 497, por Dorotéo Fagundes de Abreu, do dia 17 de abril de 2012.

PESSACH, PÁSCOA, PASSAGEM.

Hoje é domingo de páscoa, evento que os judeus festejam a fuga do Egito, o Pessach, que deu origem a Páscoa cristã. Os Cristãos festejam a ressurreição de Jesus Cristo, a vitória da vida sobre a morte, porque a vida é eterna, e Jesus, a mando de Deus, encarnou aqui e trouxe muitas boas novas e dentre essas a de que somos feitos de carne e espírito, e que o espírito é imortal.

Para provar isso, depois de sua crucificação, foi levado a tumba e de lá ele saiu ao passo e visitou seus discípulos, cumprindo o que ele mesmo preconizará que seria traído, humilhado, torturado, morto e que voltaria a vê-los e depois seguiria ao céu, para junto de Deus.

Jesus foi o mestre de todos os mestres, pois mostrou em palavra e atos que a morte não existe, e que estamos aqui de passagem, prisioneiros do corpo, para elevação moral, pena que a maioria dos poderosos não acreditam nessa verdade e continuam promovendo todas as injustiças possíveis e imagináveis, como jamais fossem morrer, prestar contas de seus atos e mesmo que saibam que morrerão, (pela simples razão de que morrer é um costume que sempre dá em toda gente), preferem o mal, pela ganância, pela luxuria, pela insensatez, assim vão consumindo os dias e sepultando sonhos da coletividade.

Mas não tarda que seu dia chegará e não adiantará os milhões da conta bancária, porque a lei de Deus nivela os seres que pagarão seus pecados, sim, no popular acredita-se que indo para o inferno, é não deixa de ser um inferno onde esses viverão no mundo invisível aos olhos humanos, mas visível aos espíritos evoluídos que podem transitar em várias dimensões.

A Páscoa é isso, é fazer lembrança da eternidade da alma, então aproveite essa oportunidade da lembrança de Deus e mude seu final para melhor, porque o que aconteceu, aconteceu, não dá para mudar o começo, mas dá mudar o fim

Por tano use seu poder por pequeno que seja para patrocinar o bem, faça desse domingo e de todos os dias uma Feliz Páscoa, uma feliz passagem do negativo para o positivo, do mal para o bem, da injustiça para a justiça, da mentira para a verdade, da infelicidade para a felicidade. 
Para pensar: Os homens podem fugir dos outros homens, mas nunca fugiram de si e de Deus, por isso temos que sair do vício e praticar virtudes.   

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Fonte! Coluna Regionalismo nº 496, por Dorotéo Fagundes de Abreu, do dia 11 de abril de 2012.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Conheça os centros de tradições gaúchas e nordestinas

Bateu vontade de tomar chimarrão? E de dançar forró?

Na região metropolitana de São Paulo, pouco mais de 40 quilômetros separam o Rio Grande do Sul do Nordeste. Para dançar vanerão em um fandango no Centro de Tradições Gaúchas (CTG) União e Tradição, em Embu, e, na mesma noite, curtir um forró no Centro de Tradições Nordestinas (CTN), no bairro do Limão, basta viajar uma hora de carro. Pontos de encontro de migrantes que vivem por aqui, esses locais permitem apreciar músicas e danças típicas, além de matar a saudade de comidas difíceis de encontrar fora de seus estados de origem. Tanto no centro de tradições nordestinas quanto no gaúcho, quem nunca saiu de São Paulo pode imaginar que está no estrangeiro: os costumes, os trajes e o vocabulário mudam.

Apesar de guetos regionais, ambos estão abertos a qualquer brasileiro radicado na cidade e oferecem boas atrações gastronômicas e culturais mesmo para os paulistanos mais bairristas. No CTG, a impressão é que falta apenas o vento minuano soprando lá dentro para completar o cenário. O galpão onde se realizam os bailes lembra um rancho de fazenda. Até as placas de indicação são um tanto obscuras para os não iniciados. Elas apontam ao bolicho (bar) e ao banheiro de peão e de prenda (homem e mulher, em gauchês). Convidados costumam chegar a caráter, vestindo a pilcha. As prendas exibem modelos bordados e recatados. Já os peões rodam pelo salão com bombachas, lenços e botas. Decote, bermuda e minissaia são vetados. Quem não está "pilchado" se sente um peixe fora d'água, mas podem-se alugar ali mesmo roupas adequadas por cerca de 20 reais.

"Os CTGs foram criados para preservar a tradição gaúcha", explica o patrão, ou presidente, do centro, o paranaense Max Bruno Hiendlmayer, que fundou, em 1996, o União e Tradição com outras 72 famílias, entre elas paulistas, cariocas e japonesas. Sim, não se vê por lá só gente do Rio Grande do Sul. "O gauchismo é um estado de espírito", afirma o advogado paulista Reinaldo Lima. A catarinense Taize Zanco Barbosa que o diga. Passou a adolescência no CTG, onde batizou o filho, Lucas Schreiner, de 1 ano. "Dancei vários bailes com ele na barriga", conta. Não faltam nem cearenses que tomaram gosto pelas danças folclóricas. Caso do padre José Donizetti Rolim, de Juazeiro do Norte, que não perde um fandango. Profissionais liberais e empresários rodopiam ao som de bandas como Os Monarcas. "São os Rolling Stones dos tradicionalistas", diz o economista José Camilo Pegoraro, com um chimarrão na mão. Bem perto dele, Ademir Perin, sócio da churrascaria Jardineira Grill, arrisca alguns passos. "Vou mais ao CTG aqui do que quando morava no Rio Grande do Sul", afirma ele, que nasceu na cidade de Encantado. Essa paixão pela tradição não é algo exclusivo de homens e mulheres mais velhos. Em sua maioria, os que dançam o maçanico e o anu são jovens. A estudante de publicidade Patrícia Aguena, de 20 anos, não pára um minuto. "Vou a baladas, mas prefiro o clima do CTG." Há um código para a paquera. Peões solteiros usam lenço desamarrado no pescoço, e as prendas sem compromisso colocam flores do lado esquerdo do cabelo. A noite é longa e termina apenas quando os músicos param de tocar, por volta das 4 horas. É o sinal para avançar na mesa de café colonial, forrada de tortas e pães. Esse banquete matinal teria surgido para aplacar a bebedeira dos tropeiros na saída dos bailes. Não é à toa que, nas manhãs de domingo, a gauchada – de várias partes do Brasil – fica ansiosa pelas iguarias.

No CTN, o clima de festa é bem parecido. Alguns garçons usam chapéu de coco e deixam escapar um "sim, meu rei" quando estão diante dos clientes. Num barracão de 27 000 metros quadrados, cerca de 8 000 pessoas se espremem a cada sábado ou domingo para ver de perto as dançarinas de bandas de forró dentro de minúsculas minissaias. Dificilmente se encontra alguém com trajes regionais no meio da pista. Cada um se diverte à sua moda. É para lá que vão os nordestinos – cerca de 70% dos migrantes da capital – quando querem encontrar os amigos perdidos na cidade. A entrada é gratuita e o galpão chega a receber 100 000 freqüentadores todo mês. Zelador de um prédio da Avenida Angélica, o alagoano José Zito Ferreira diz ter reencontrado numa dessas comemorações um colega que não via fazia dez anos. Dono de uma barraca de comidas de seu estado, o cearense Vicente da Silva também já cruzou com parentes. As bandas Aviões do Forró e Calcinha Preta são as que mais fazem sucesso.

Quem quer fugir dos shows encontra opções no parque de diversões. Ou então pode ir até a capela para fazer um pedido ou agradecimento aos pés de imagens de Frei Damião e de Padre Cícero, cultuados como santos populares no Nordeste. O prato que mais se vê nas mesas é o baião-de-dois, que leva arroz, feijão-de-corda e queijo de coalho. No box 32, a porção serve até quatro pessoas e custa 23 reais. "Aos domingos, gastamos 100 quilos de arroz para preparar o prato", garante o proprietário Fernando Dantas de Lima, de Natal, no Rio Grande do Norte. "É o melhor baião da cidade", afirma o paraibano João Rogério Silva, gerente do restaurante Ruella, comandado pela chef pernambucana Danielle Dahoui, que costuma ir sempre ao CTN. "A galinha de cabidela é imperdível", diz ela, que recomenda ainda o licor de pequi.

Fonte! Chasque (reportagem) de Maria Paola de Salvo, publicado no sítio da Revista Veja São Paulo, no dia 09 de março de 2007. De forma eletrônica, abra as porteiras clicando em http://vejasp.abril.com.br/revista/edicao-1999/conheca-os-centros-de-tradicoes-gauchas-nordestinas

Retrato! Arquivo pessoal do Conjunto Musical Os Pampeiros (capa do primeiro CD).

A Verdade e a Mentira ! ! !

O ser humano na sua trajetória, certo de que a vida começa numa maternidade e termina num cemitério, patrocina a ferramenta mais danosa a existência no planeta, a mentira. E dia 1º de abril tivemos o Dia da Mentira, então o que devemos fazer nesse dia? Comemorar, aplaudir os mentirosos ou reflexionar sobre o tema? Prefiro à última.

Um adágio popular nos ensina que a “mentira tem pernas curtas”, será mesmo? Acredito que isso seja real se no lugar onde ela tente se instalar impere a verdade, só nesse estágio de civilidade a mentira sempre terá perna curta!

Lembro que na minha infância, era sucesso no rádio uma música de letra que dizia assim: Meu pai um dia me falou prá que eu nunca mentisse, mas ele também se esqueceu de me dizer a verdade!”... É infelizmente tenho que admitir que a mentira tem um percentual muito alto no dia a dia da vida humana, que a verdade tem sido protelada há milênios, que há uma conspiração fantástica para que prevaleça a mentira em todos os lugares a qualquer custo, por isso tantas injustiças campeiam.

Daí encontro a resposta de porque há tanta infelicidade no mundo. Porque pela mentira todos os recursos acabam ficando nas mãos dos mentirosos que dão migalhas aos seus escravizados que em nome da sobrevivência, se unem para manter a sua verdade.

É nesse balaio que desabrocham os fatores destruidores dos seres humanos: A política sem princípios, o prazer sem compromisso, a riqueza sem trabalho, o conhecimento sem caráter, a ciência sem humanidade e a oração sem caridade.

Essa loucura cria uma energia pesada que como tudo na vida, pela lei da causa o do efeito, termina bem ou mal. Está nas estrelas, dito e escrito por centenas de sábios em todas suas épocas, que mais uma vez na bilionária história humana, passaremos coletivamente por um acerto de contas na dimensão terrena, pelos pensamentos, palavras e atitudes que tomamos, consciente ou inconscientemente, porém se estancarmos a mentira, poderemos aliviar esse impacto.

Por isso eu lhes peço para que do dia da mentira em diante, passem a cuidar todos os dias dos pensamentos – porque eles serão palavras, a cuidar das palavras – porque virarão atos, a cuidar dos atos – porque virão costumes, a cuidar dos costumes – porque forjarão teu caráter, a cuidar do caráter – porque ele será o destino da tua vida.

Para pensar: Vamos dar um basta na mentira e cultuar a maior e melhor das religiões, a VERDADE!

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Fonte! Coluna Regionalismo nº 495, por Dorotéo Fagundes de Abreu, do dia 02 de abril de 2012.

Porto Alegre é demais ! ! !

Atualmente é reconhecida como capital de todos os gaúchos, porque nela habitam gentes que reconheceram e preservam as raízes culturais legitimas do Rio Grande do Sul, forjadas em peleias desde 1750 até 1930.

Nossa capital teve formação política em 1808, originária de Viamão e se definiu já desde o início como o principal reduto social deste pago voltado até pouco tempo ao que viera da corte, resistindo a criação de uma cultura própria, valorizando mais o que era da Europa.

Tanto isso é verdade que os farroupilhas não conseguiram dominá-la, por isso, mui valerosa está em sua bandeia. Porém, hoje a realidade mudou, a força cultural sustentada pelo regionalismo, tradicionalismo, nativismo e folclore gaúcho, fez com que a cidade baixasse a guarda imperialista e se rendesse ao que de fato somos, um povo que prefere cultuar sua própria tradição.

E bem assim, construída por várias etnias onde o gaúcho bem vive, tendo nos seus usos e costumes, tudo de bom que o índio, o português, o espanhol, o negro, o alemão, o italiano, o judeu, o polonês, o russo e tantas outras raças legaram a esse torrão.

O símbolo maior de Porto Alegre é o Laçador, tipo que representa fielmente os que forjaram social e economicamente a capital de um estado vindo do campo, da criação, da agricultura, que garante o fiel da balança comercial do país, certo de que nação se faz com cultura própria e economia forte.

A luz da liberdade em raios fulgidos, representado no por de sol do Guaíba, ás vezes se ofusca nas nuvens que sombreiam o Laçador, mas que não o escondem, porque não é possível esconder aquilo que nos representa culturalmente, e mui valerosa é agora a nossa capital que deixou de lado o passado imperial e se abriu para que o ser real dessa região continentina, tomasse conta, sem revolta e sem escolta, do seu jeito, no seu tempo.

Passados 240 anos, digo que essa capital é muito mais alegre do que antes, sem ter perdido o tipo do porto que arremessa para o mundo, o autentico valor dos que aqui nasceram e são livres, defendendo esta terra, sem medo de serem felizes.

Por isso no dia 26 de março de todos os anos, cantaremos os parabéns campeiro porque PORTO ALEGRE É DE MAIS!

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Fonte! Coluna Regionalismo nº 494, por Dorotéo Fagundes de Abreu, do dia 27 de março de 2012.

81 Aniversários ! ! !

No dia 20 de março oitenta e um municípios gaúchos festejam 20 anos de emancipação política. Dentre esses estive em Sentinela do Sul, capital gaúcha do Arroz Cachinho. Escrevendo dessa cidade, homenageio as demais, vejam a relação no Livro-Agenda Gaúcha.

A formação do povoado hoje cidade de Sentinela do Sul, a rigor teve inicio em 1819 em torno da construção de uma capela, que teve autorizada de ser erigida em 1817, que comprova já ter o lugar núcleo social. De lá para cá nesse centro de interesse religioso – naturalmente surgiu foco econômico e político, originando a freguesia de Nossa Senhora das Dores de Camaquã, que logo foi distrito de Triunfo e de Porto Alegre, até que em 1857 fora elevada a categoria de Vila autônoma, encampando as freguesias de São João e Barra do Ribeiro, funcionando com uma Câmara Municipal. É bom que salientemos que no regime imperial ás vilas tinham autonomia política. Porém em 1861 a vila extinta, volta a ser freguesia e junto da freguesia de São João Batista, Dores de Camaquã, passa a pertencer a Porto Alegre. Porém em 1875 Dores do Camaquã retoma sua autonomia municipal, destacando-se como defensora do regime republicano, em 1888, seus líderes são perseguidos e é suspensa a Câmara de Vereadores, e só em 1911, retoma pela terceira vez sua autonomia, até que em 1929 passa a fazer parte do território de Tapes, emancipando-se definitivamente em 1992, justamente no Dia da Agricultura.

Dessa agricultura parceira da pecuária taxada de produção primária que por todos os motivos devia ser chamada de produção fundamental. Afinal o homem vive sem carro, sem avião, sem internet, sem chips, sem celular, sem CDB, RDB, mas não vive sem o que o campo produz e Sentinela como os demais municípios de aniversário, nesse dia, vivem dessa realidade.

Sinceramente creio que a expressão primária a produção rural, não ajuda em nada sua imagem, faz com que o homem urbano, que gasta polpudas verbas de seu salário em modismos, psicologicamente está programado para gritar quando sobe a carne, o leite, o pão o arroz o feijão, porque é primário, não os enxergando como produto fundamental, desvalorizando assim o suor e a luta dos campeiros.

Assim sugiro a todas as correntes produtivas do campo que passem a denominarem sua produção de FUNDAMENTAL, para que o povo e nossos mandantes políticos acordem, e valorizem o que campo produz mais do que as quinquilharias metálicas das cidades, dispensáveis a vida, em favor do que realmente a humanidade precisa para viver.

Para pensar: Uma economia não pode ser lastrada em comoditis e sim, no que se nutre o corpo e a alma humana.

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