domingo, 28 de agosto de 2011

Retratos da festa gaúcha de Tabatinga - SP

Bueno! A cidade de Tabatinga, no interior do Estado de São Paulo, devido ao intenso cultivo de laranja, já teve a alcunha de "Princesinha da Laranja". Hoje é considerada a capital dos Bichos de Pelúcia.

Pois dia 20, esta cidade parou para assistir e participar de um grande evento gaúcho, programado e organizado  pela Rádio Centenário FM - a rádio do coração de Tabatinga - SP!  Abra as cancelas da emissora clicando em http://www.centenariofm.com.br/.

O evento foi realizado no Tabatingão, em comemoração aos 9 anos de fundação da emissora.

E o evento se transformou em retratos, como segue abaixo....:

Lá se foi o conjunto rumo à Tabatinga (SP, pra alegria do seu povo

Tchê! E começou o fandango no compasso bem galponeiro....

Esquerdinha no baixo; Alzeneide no Violão e Jorginho na bateria

Edu Vicente na cordiona de 120 baixos. Fenômeno...

Jorginho! Percussão bem gaúcha

Quem não dança, assiste..... de camarote o desempenho dos Pampeiros no palco

Evento com sucesso de público, como sempre acontece quando Os Pampeiros tocam

Enquanto o conjunto toca, o povo se diverte, mas alguns trabalham....
Presidente da Rádio Centenário FM, Sr. Joaquim Aparecido de Paula e esposa.

Retrato pra posteridade com Os Pampeiros, Rádio Centenário FM e alguns fãs do conjunto

Bueno! Para levar o melhor da música sulista para o TEU EVENTO, entre em contato com o EDU VICENTE ou a ALZENEIDE. Eles estão esperando o teu telefonema ou um contato via chasque eletrônico (e-mail). Faça como fizeram os amigos de Tabatinga (SP). Entre em contato:
1 - (12) 9116-2100 com Alzeneide;
2 - (12) 9739-2557 com Alzeneide;
3 - (12) 9736-2473 com Edu Vicente;
4 - (12) 3941-8727 fone comercial;
5 - (12) 3941-7942 fone residencial
6 - Chasque Eletrônico (e-mail e MSN): alzeneidebenck@hotmail.com 

sábado, 30 de julho de 2011

Fique por dentro da Agenda dos PAMPEIROS

Bueno! O Conjunto Musical Os PAMPEIROS - referência da música gaúcha para fandangos e bailes gaúchos no Interior de São Paulo, há mais de 20 anos aquerenciado na cidade de São José dos Campos (SP), TE convida para participar nos fandangos e bailes gaúchos já programados:

- Dia 07 ade agosto - Grande domingueira com churrasco gaúcho no fogo de chão, no antigo clube da Eletro Paulo, na cidade de Pindamonhangaba - SP;

- Dia 20 de agosto, grande festa gaúcha na cidade de Tabatinga - SP;

- Dia 02 de setembro - sexta-feira, grande festa beneficente e gaúcha na , na Casa da Amizade, na terra da padroeira do Brasil - Aparecida do Norte - SP;

- Dia 09 de setembro - sexta-feira, grande baile gaúcho no Mangueirão, na cidade de Pindamonhangaba - SP

- Dia 17 de setembro - sábado, grandioso baile gaúcho, no galpão do CTG Saudades da Querência, aqui na cidade de São José dos Campos. Mais informações o vivente consegue no galpão virtual do CTG. Abra as cancelas clicando em http://www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br/

- Dia 12 de novembro - sábado, grande baile gaúcho, retornando assim ao galpão do CTG Saudades da Querência, aqui na cidade de São José dos Campos. Mais informações o vivente consegue no galpão virtual do CTG. Abra as cancelas clicando em http://www.ctgsaudadesdaquerencia.com.br/

Queremos deixar um abraço aos nossos fãs e amigos que nos acompanham pelos galpões dos CTGs, pelas casas noturnas em todo o Vale do Paraíba (SP), e nas imediações, em especial no interior dos Estados de São Paulo e de Minas Gerais.
 
E aos amigos que queiram contratar o nosso conjunto, basta entrar em contato e falar com um dos diretores (Edu ou Alzeneide) pelos seguintes telefones:
- Com Alzeneide: 0xx12.9116.2100; 0xx12.9739.2557
- Com Edu Vicente: 0xx12.9736.2473
- Residencial: 0xx12.3931.7942
- Comercial: 0xx12.3941.8727

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Fandango no CTG Saudades da Querência - SP

Bueno! O CTG Saudades da Querência boleia a perna e te convida para o grande fandango que será realizado no sábado dia 11 de junho, a partir das 21h.

No cardápio o tradicional churrasco típico gaúcho, acompanhado de arroz de carreteiro, feijão gordo e saladas. O traje será a tradicional pilcha gaúcha ou esporte

A animação será por conta dos PAMPEIROS. Tambéme haverá apresentação de danças gaúchas.

Valores:
- R$ 15,00 (sócios em dia);
- R$ 20,00 (valor antecipado para não-sócios até 03/06 com direito a reserva de mesa);
- R$ 25,00 (no dia para não-sócios).

Convites antecipados com as prendas Fátima, (012.3302-3335, Bosque), Helena (3941-1061, Colinas) e Geneci (3941-2044, S. Dimas). Plantão de vendas no CTG aos domingos das 19 às 22 horas.


CTG Saudades da Querência fica na Estrada Bezerra de Menezes, número 150. O acesso é pela Rodovia dos Tamoios, quilômetro 5, no trevo para o bairro Torrão de Ouro II, na cidade de São José dos Campos, em São Paulo.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Um Chasque emocionante que veio do Rio Grande do Sul

Bueno! O Conjunto Musical OS PAMPEIROS traz o sangue gaúcho pro palco quando se apresenta. Seus integrantes se inspiram nos grandes grupos de fandango gaúcho e fazem com que ninguém fique sentado quando se apresentam, seja em casas noturnas, em churrascarias, em feiras, em clubes, em galpões de CTGs, etc..

São mais de vinte e cinco anos de estrada, de música, no Interior do Estado de São Paulo, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. E por onde o conjunto passa, fica a saudade e aumenta o número de seguidores e de fãs.

Uma família, do Rio Grande do Sul, se tornou fã a partir de um contato tímido em 2003. De lá pra cá, esta família praticamente se tornou parte da grande família Os Pampeiros.

No dia 9 de abril, eles nos surpreenderam, pois vieram de mala e cuia, de avião, de Porto Alegre a São José dos Campos, pois sabiam que tinha um grande fandango, que os Pampeiros iriam animar no CTG Saudades da Querência. Truxeram a boa erva-mate, uns quilos de picanha e ficaram até o dia 12..... Bueno! E eles deixarm um chasque dos mais buenos abaixo....

Grande abraço a família Sedex (Valdemar, Marilene, Ana Paula e Bibiane que ficou no Sul)

Com carinho dos Pampeiros.

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Foi muito mais do que um fandango em São José dos Campos - SP


... pensei! "Deve ser um lixo daqueles...". Errei feio!
Bueno! Tu podes achar até que isto que vou relatar é coisa de louco, loucura ou algo parecido... mas eu diria que não é. Eu diria que pode ser amor, ou algo que é muito mais do que uma simples amizade.

Marilene e Paulinha: embarque em Porto Alegre

O encontro surpreedente: felicidade. Fomos apelidades de "Família Sedex...." por Alzeneide
Pois nos idos de 2003, eu estava ocupando a função de diretor de divulgação da 1ª Região Tradicionalista do RS (desde janeiro de 2001). E em meados daquele ano recebi um chasque eletrônico de São José dos Campos - SP. Seu teor era vago mas me marcou muito. Era uma única frase que dizia assim: "você deve ser um cara legal!". Te garanto que fiquei pensando nesta frase por uma semana.... até que encaminhei a resposta, mais ou menos assim: "creio que sim.... pois a esposa, as filhas e os amigos me acham legal....". Não demorou muito, outro chasque eletrônico: "Alem de ser um cara legal, deves acreditar em Deus...". Resposta imediata: "sim". O terceiro chasque que recebi dizia assim: "peço permissão para te mandar um CD da minha banda....". Pois olha! O pensamento imediato foi: "deve ser um forró daqueles, deve ser um lixo só...". Pois te digo que me enganei feio. Era o primeiro CD do Conjunto Musical Os Pampeiros, que toca a autêntica música do Rio Grande do Sul no interior e na capital de São Paulo, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.

Nesta mesa rodou o chimarrão a noite toda

Valmir! O carioca mais gaúcho que conheço
Bueno! Este é o começo de uma longa amizade que iniciou naquele ano entre Alzeneide Benck e Edu Vicente, comigo e com minha família, que naquela época estavam procurando um empresário que trabalhasse com o conjunto, trazendo-o para animar fandangos no Rio Grande do Sul. Não conseguimos trazê-lo para o Sul mas foi o início de uma amizade, tanto é que em 2006 fomos "rumo ao desconhecido" indo de ônibus: eu, a esposa Marilene e as filhas Bibiane e Ana Paula, para visitá-los. Era uma ansiedade dupla (nossa e deles). Eles não nos conheciam e nem nós conhecíamos eles (apenas por e-mail, MSN e por telefone). Foi fantástico. Parecia que éramos amigos de longa data. Isso foi uma semana antes do carnaval. E eles animaram um almoço com domingueira no CTG Saudades da Querência, onde o que mais me chamou atenção, foi que mais de 90% dos presentes estavam devidamente pilchados. 
 
Os Pampeiros! No intervalo - pausa para uns retratos

Os Pampeiros! A verdadeira música gaúcha no interior de São Paulo!
Naquele ano de 2006 eles nos esperaram na Estação Rodoviária. Agora aprontamos uma "grande gauchada" para eles. Eles conheceram pela internet o Valmir Gomes - o Cariucho, do Rio de Janeiro. Nós também o conhecemos assim (pela internet) e ficou certo que ele viria a São José dos Campos no dia 9 de abril, e iria no fandango que Os Pampeiros iriam animar no galpão do CTG Saudades da Querência. Tudo isso estava combinado, mas o que não estava combinado com ninguém era que eu, a Marilene e a Ana Paula, saíssemos de Alvorada (RS) na manhã do dia 9, pegássemos um avião da Azul e fôssemos até o aeroporto de São José dos Campos, onde chegamos às 10h e pouco. Pegamos um taxi e por telefone em contato com Alzeneide dissemos para ela esperar um sedex que viria do Sul (um presente para o Valmir) ainda nesta manhã. E quando o taxi parou na residência deles, a surpresa foi louco de buena e louca de especial: éramos nós chegando do Sul, de mala e cuia e sem avisar.....


A Elisandra tinha ido buscar o Valmir na Rodoviária. E como chegamos antes que eles, também os surpreendemos quando eles chegaram.... À noite fomos pro fandango. Noite italiana com a tradicional polenta, massas, molhos e saladas. A única mesa que tinha uma roda de chimarrão era a nossa. Nada mais natural, pois estávamos no Estado de São Paulo e sabemos que muitos frequentadores não são gaúchos de nascimento, mas gostam, cultivam e preservam a nossa tradição. Frequentam o CTG devidamente pilchados e dançam a preceito a nossa música.

Seu Claudionor, junto comigo e Alzeneide
Como em 2006, o nosso roteiro de viagem tinha na programação o fandango no galpão do CTG Saudades da Querência, no sábado, dia 9. Chegamos cedo, lá pelas 20h30min. Levamos todos os apetrechos do chimarrão e entre uma e outra dança, fazíamos uma roda de mate, em pleno Estado de São Paulo. A nossa mesa já estava reservada e quem nos recepcionou foi o Seu Antenor, que integra a atual patronagem.

Não demorou muito que sob o comando do gaiteiro Edu Vicente, acompanhado por Alzeneide, Jornginho, Denilson e Osvair, o conjunto Os Pampeiros iniciou o fandango, com uma vaneira das buenas do conjunto Sul América. Abrimos o baile e dançamos a noite toda. E o conjunto é realmente muito eclético, pois apresenta um vasto repertório gaúcho nos fandangos e baile que anima, tocando vanera, chote, milonga, bugiu, valsa, sempre no autêntico compasso gaúcho. 

Em 2006 o CTG estava em em obras. Naquele ano dançamos ainda no galpão antigo, mas já se via as sapatas da obra tomando conta da estrutura. E neste ano, conhecemos o galpão novo, todo de alvenaria, com muitos detalhes gauchescos, como uma antiga carreta que antigamente era puxada por bois e uma canga também utilizada nos bois. E além disso, a média de pessoas pilchadas presentes, foi maior que na média dos bailes gaúchos realizados nos gaslpões dos CTGs na região metropolitana de Porto Alegre.

Este é o novo galpão do CTG Saudades da Querência (fonte! sítio do CTG na internet)
 Reencontramos o ex-patrão Fernando, que em 2006 estava no comando das ações da entidade e nos damos um grande abraço. Também foi emocionante o reencontro com a Maria Eduarda - a Duda, atual prenda adulta do CTG. Em 2006 efa foi a prenda juvenil. Ver retratos abaixo.
 
Marilene, Duda e Ana Paula
Domingo, lá pela meia tarde, chegou a hora do Valmir – o Cariucho, pegar o caminho da volta rumo ao Rio de Janeiro. E com este encontro, em todos os sentidos, foi inesquecível, a saudade começou. O Valmir rumou pro Rio e à noite já estávamos tomando mate via MSN. Na terca-feira, chegou a hora de pegarmos o rumo do Sul. À noite fomos no aeroporto e voamos para Porto Alegre. E de lá trouxemos a certeza de uma amizade cada vez mais fortalecida, a tal ponto de termos trazido na mala de garupa uns nacos de saudade....

Reencontro com e ex-patrão Fernando. Gaúcho de Arroio Grande (RS)

Fim do fandango! Retratos com os fãs

Elisandra e o Cariucho Valmir

Alzeneide com Valmir

....perdi uns oito quilos dançando....

Edu, Valdemar, Valmir! estampa maragata
A mídia muitas vezes é perversa, pois encontros pela internet, na quase totalidade, são noticiados quando terminam em tragédia. No entanto, um encontro como o nosso, que aconteceu via e-mail a partir de 2003, a cada dia que passa, se fortalece mais e mais – e agora foi ampliado com a chegado do Valmir Gomes.

Tu também podes dar uma camperiada no Sítio O Cariucho e o Tradicionalismo, e ler o chasque interessante postado pelo Valmir a respeito. Abra a cancela clicando em http://ocariucho.blogspot.com/2011/04/amigo-e-aquele-que-chega-depois-que.html

E agora, também um trabalho profissional do Valmir, os Pampeiros estão no YUTUBE. Abra a cancela clicando em http://ocariucho.blogspot.com/2011/04/os-pampeiros-de-sjc-agora-tambem-estao.html. Lá tu verás um pouco o que foi o fandango realizado no CTG Saudades da Querência, no dia 9 de abril de 2011.


Sonhos são possíveis e devem, na medida do possível, ser realizados. E veja como nós realizamos o nosso, no sítio O Bolso da Bombacha, abrindo a cancela clicando em: http://obolsodabombacha.blogspot.com/2011/04/atitude-44-as-primeiras-passagens.html.

Baita abraço

Valdemar Engroff
Marilene Centenaro Engroff
Ana Paula Centenaro Engroff

Bueno! Esta chasque foi publicado no Sítio do Gaúcho Taura, no dia 29 de abril de 2011. Para acessar, abra a cancela clicando em http://www.sitiodogauchotaura.blogspot.com/

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Depoimento de um grande fã e amigo do Rio de Janeiro (RJ)

Bueno! O Conjunto Musical Os Pampeiros bravamente defende, toca e defende a verdadeira música regional gaúcha onde se apresenta. Seja nas casas noturnas em todo o Vale do Paraíba, onde é contratado para animar as "noites gaúchas", onde sobe ao palco com a indumentária gaúcha, bem como com os instrumentos e principalmente o repertório, bem como nos galpões dos CTGs de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Por isso arregimenta fãs - gaúchos desgarrados que moram fora do Rio Grande do Sul, bem como os gaúchos por opção cultural, pois, para ser gaúcho basta gostar da tradição, da cultura, onde se inclui a música regional deste Estado. E os Pampeiros são um esteio gaúcho no interior paulista. São verdadeiros representantes da música gaúcha no Estado de São Paulo e toda a região Sudeste.

E um dos fãs mais recentes do conjunto é um carioca de botas e bombachas. Seu nome: Valmir Gomes, que se entitula O Cariucho. Eis o chasque que ele postou em seu sítio, depois de participar de um fandango no galpão do CTG Saudades da Querência, em São José dos Campos - SP, no dia 9 de abril de 2011.

Grande abraço dos Pampeiros para o Valmir e todos demais fãs espalhados por São Paulo e todo o país!

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Amigo é aquele que chega depois que todo mundo já se foi


Bueno! Na semana passada eu li uma postagem do Léo Ribeiro, um grande amigo e parceiro do blog O Cariúcho, cujo o título da postagem era “Quantos amigos você tem?”, pois é, posso dizer que Deus me deu poucos “amigos”, mas selecionou os melhores e hoje sou muito grato por tudo isso. A melhor coisa do mundo é ter amigos! E quando eles são mais do que amigos?

Muitos aqui devem ter lido uma postagem no início deste blog, um comentário infeliz, destes que podemos classificar de colegas, enfim, não estou aqui para criar polêmicas, esta não é a minha intenção, porém foi neste episódio que conheci grandes amigos, virtuais, reais, de todas as querências e de todas as idades, o mais importante é ressaltar que de fato, são amigos, que não deixaram o desânimo me dominar e nem que o amor a cultura e a tradição, assim como o próprio blog virassem tapera.

Destes amigos, que alguns hoje eu os chamo de família, tais como Valdemar Engroff, Marilene Engroff e Ana Paula Engroff, que vieram de Sedex diretamente de Alvorada/RS e a família Pampeiros, Alzeneide Benck, Edu Vicente e Elisandra Quevedo de São José dos Campos/SP. Mas por que Sedex e Pampeiros? Isso é uma longa história.(risos)

Através do meu blog foi que conheci Valdemar, um dos maiores divulgadores da cultura gaúcha no Estado do Rio Grande do Sul, lá pelos meados de outubro do ano passado, até então a prosa e o mate eram apenas feitas através de chasques eletrônico. E o que isso tem haver com o início do post? Tudo! Através deste índio velho acabei conhecendo a família Pampeiros, um baita grupo gauchesco de São José dos Campos que coloca muitos grupos por aí no bolso, e que os chamo de a segunda parte da Família, os nossos amigos Alzeneide, Edu e Elisandra.

Resumindo, são AMIGOS que eu tive o imenso prazer de conhecer, digo conhecer pessoalmente, de trocar um dedo de prosa, cevar um mate e de ir no primeiro fandango de verdade da minha vida, no CTG Saudades da Querência, pois éramos apenas uma família virtual, que para muitos cjassificariam como uma grande loucura, mas que a gente denominamos de "amizade". A internet quando bem utilizada serve para aproximar distâncias, cruzar fronteiras e formar novos laços de paz e amizade, 09 de abril de 2011 é um dia que ficará marcado em minha vida, pelos momentos bons proporcionados por eles, é como diz o gaudério: A gauchada que esta turma aprontou, não tem preço! Bueno! Te cuida gaudério, que logo será inaugurado um Central dos Correios em Alvorada.

"Amigo é aquele que chega depois que todo mundo já se foi"

Um baita abraço a todos os meus amigos.

Valmir Gomes

Fonte! O chasque acima e os retratos abaixo são um depoimento sincero de Valmir Gomes, que foi publicado em seu sítio - http://www.ocariucho.blogspot.com/, no dia 18 de abril de 2011.


terça-feira, 26 de abril de 2011

Rui Biriva - Morre a alegria de bombacha

Como dói noticiar a morte de artista tão querido, de um amigo tão especial. Perdemos um cantor que era símbolo de alegria, alto astral, e amizade. O Nico Fagundes sempre o apresentava “a alegria de bombacha tem nome, e esse nome é Rui Biriva”. O Rui morreu às 22h45, deste 25 de abril, no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde estava internado para tratar um câncer de intestino. Segundo um dos integrantes de sua banda, o Luciano Camargo, o velório será na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. O enterro deve ser realizado em Horizontina, sua terra natal.

O Rui lutou como um guerreiro contra a doença que o tinha afastado dos palcos... e ficamos nós, seus fãs e amigos sem entender por que uma pessoa que só distribuía alegria e amizade precisava partir tão cedo...

Quando conheci o Biriva, no 1º Acampamento da Canção, em Campo Bom, ele ainda era o Rui da Silva Leonhardt, e conquistou a todos com a música “Rebanho de agonias”, uma das mais lindas que cantou:

"Um rebanho de agonias
me foi dado em testamento.
No rumo dos quatro ventos
esparramei alegrias.
Não canto melancolias.
Não sou pastor de tormentos.
Alegrias eu invento
guitarreando noite e dia"

O talento revelado nos festiviais logo passou a ser chamado de Rui Biriva, por ter cantado na Seara, festival de Carazinho, a música Birivas, do Airton Pimentel, em 82. Ele cantava música mais intimistas, como estas e Santa Helena da Serra... cantava com a alma... e continuou fazendo isso quando adotou seu estilo festeiro no palco. Ele era uma festa. Era contagiante seu alto astral, seu jeito querido de tratar a todos à sua volta.

O Rui colheu sorrisos por onde passou... fez pessoas terem momentos de felicidade em seus shows. Riu muito, fez os outros rirem e, quando se achava que o palco era o seu lugar ele nos apresentou outro talento: o de apresentador. E em seu programa na TVE nos encantava, mostrando como ninguém as relíquias dessa terra, desbravando a gente simples do Rio Grande e fazendo isso com muita alegria.

Por isso quando lembro dele agora e vem essa tristeza tão grande, chega a me dar um pontinha de vergonha... porque não é assim que se deve lembrar dessa pessoa tão alegre e feliz. Força à esposa, a Priscila, e ao seu filho Gerônimo. Que a gente supere essa tristeza lembrando da felicidade e alegria que sempre nos transmitiu. E como diz a música Canção do Amigo, que ele cantava lindamente “amigo é pra toda a vida”...

Fonte! Chasque de Tania Goulart, publicado no sítio (blog) ABC do Gaúcho, no dia 26 de abril. Abra a cancela e dê uma camperiada no sítio, clicando em http://www.diariodecanoas.com.br/blogs/abc-do-gaucho/ . O retrato também foi publicado no Diário de Canoas.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Centro de Tradições Gaúchas completa 63 anos de idade

O CTG surgiu de um rompante juvenil.
Hoje, é o movimento de cultura popular brasileira mais organizado

Em abril, o primeiro Centro de Tradições Gaúchas (CTG) criado no Brasil completa 63 anos de idade. É o 35 CTG, que fica em Porto Alegre. Surgido de um rompante juvenil, o CTG se transformou no que é provavelmente o maior movimento de cultura popular, organizado e centralizado, do país.

Muitas cidades têm uma estátua como símbolo, mas, em Porto Alegre, há duas particularidades: a estátua foi escolhida em uma eleição com mais de 500 mil votos e foi baseada em um modelo vivo, uma pessoa do mundo rural, Paixão Cortes. “É bom ser estátua, mas é melhor estar vivo”, diz.

A forma em gesso do laçador, vista na oficina do escultor Antônio Caringi, ficou pronta em 1954. Quatro anos, foi inaugurada em bronze, junto à entrada de Porto Alegre para quem chegasse pela BR-116.

Em 1977, uma foto mostra Paixão se pondo diante do laçador da bronze para mostrar como são bem parecidos o modelo e a estátua. Mas o que fez Paixão Cortes para se transformar em monumento em vida? “Dancei, cantei, sapateei e tenho a minha família. Fora esses aspectos artísticos, duas coisas eu distingo”, afirma.

Estamos indo para uma criação de ovelhas, cenário da primeira coisa que o Paixão fez. É do tempo em que ele, depois de formado em agronomia, era especialista em ovinos da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul.

A tosquia tradicional de ovelha no estado era sempre feita com uma tesoura, em um corte denominado “de martelo”. Paixão foi contra esse corte porque, além de ter de amarrar as quatro patas da ovelha e eventualmente feri-Ia, produzia lã de segunda linha. E o tosador, ficando em posição incômoda, rendia pouco. Introduziu, então, a tosa por maquininha, sistema que conheceu por meio de ovinocultores australianos.

“O segredo da técnica é o ovino não botar a pata firme. Ele não tem como se apoiar, e, consequentemente, não levanta. É só um jogo de pernas”, diz Paixão. Em seu livro sobre ovinos, da mesma época, ele propôs especiais da carne de cordeiro e formas de melhor aproveitá-Ia.

Para lembrar a segunda coisa mais importante de sua vida, Paixão, aos 85 anos, monta de puxa uma linha de sete cavalos arriados, vazios. Repete a caminhada que fez em 1947,entre o Colégio Júlio de Castilhos e o centro de Porto Alegre.

Ele e mais sete estudantes tinham se vestido de gaúchos, e foram os oito participar de um cortejo que acompanhava os restos mortais de um herói da Guerra dos Farrapos. Esse conflito, que os gaúchos preferem chamar de Revolução Farroupilha, foi um movimento contra o Império na primeira metade do século XIX e que durou dez anos.

Aqueles oito estudantes queriam que, na solenidade, houvesse uma escolta de honra, gaúcha, típica. Parecendo hoje coisa simples, aquele gesto, na época, soava extravagante. Já em sua casa, um apartamento classe média em Porto Alegre, Paixão parece receber de volta a energia da juventude quando relembra aquele fato. “Passou uma pessoa desavisada que me viu com roupas típicas e gritou para mim ‘o carnaval já terminou, palhaço, que fantasia é essa?’”, diz.

Vindo do campo, o estudante Paixão estranhava, na cidade grande, o preconceito que havia contra o gaúcho, isto é, o homem simples da estância, da lida com gado. “Bota, bombacha, lenço no pescoço, na nossa cidade, capital do Rio Grande do Sul, eram vistos como maus elementos. Não entrava em um clube, era proibido de entrar no cinema e até na rua era mal vista. Se tomava condução, um bonde, não podia sentar”, afirma.

Resolveram então fundar uma entidade, em 1948, para cultuar a história e a cultura do Rio Grande, principalmente em relação ao mundo rural. Foram três dias de reunião só para escolher o nome.

Afinal, veio o batismo: 35 CTG. CTG, de Centro de Tradições Gaúchas. 35, para lembrar 1835, ano do início da Revolução Farroupilha. Mas a idéia, três anos depois da fundação, não estava dando muito certo. “Vivi grandes emoções aqui. Uma delas foi quando um cidadão, que tinha sido patrão aqui da casa, me procurou e falou que estava com uma missão muito triste para ser cumprida, que precisava fechar as portas do CTG 35. Estava com dívidas e não tinha sede. Falei ‘não faça isso, pelo amor de Deus. Precisamos lutar’”, afirma o agricultor Ody Pedro.

Começou , então, um movimento de pessoas e recursos tão forte que, não só o 35 não fechou, como passaram a surgir CTGs não só no Rio Grande do Sul, mas no país inteiro. Hoje, existem em quase todos os estados.

A relação de CTGs por estado é: Roraima, 1; Acre, 1; Amazonas, 3; Rondônia, 33; Tocantins, 1; Rio Grande do Norte, 1; Bahia, 5; Goiás, 10; Mato Grosso do Sul, 19; Mato Grosso, 19; Espírito Santo, 1; Rio de Janeiro, 7; Minas Gerais, 2; São Paulo, 28; Paraná, 255; Santa Catarina, 586; Rio Grande do Sul, 1.611. Há 12 no exterior.

No Brasil, os CTGs movimentam pessoas e recursos. Erival Bertolini, dirigente nacional do movimento, lembra que os Centros têm áreas esportivas, recreativas e sociais e campeiras. Fixando-se, porém, apenas no aspecto artístico, músicos envolvidos, dançarinos de danças típicas e participantes de fandangos, com roupas a caráter, o número de pessoas é grande, mais de 1 milhão.

Fonte! Este chasque foi publicado no sítio do G1 - http://www.g1.globo.com/, no dia 10 de abril de 2011. Fonte do retrato! Sítio do Inema - http://www.inema.com.br/